Flora

Em botânica, flora é o conjunto de táxons de plantas (geralmente, apenas as plantas verdes) características de uma região. É possível elaborar uma flora de gêneros, famílias ou, mais normalmente, espécies botânicas de um determinado local ou região.

A palavra flora é também utilizada para designar as obras que descrevem as espécies vegetais que ocorrem em determinado território ou região (por exemplo: Flora Brasiliensis e Flora Europaea).

Flora Brasiliensis
Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo

Fauna

Esquema simplificado da Fauna de uma ilha – as espécies de animais destacadas nas caixas
Fauna é o termo coletivo para a vida animal de uma determinada região ou de um período de tempo. O termo correspondente para plantas é flora. Flora, fauna e outras formas de vida como os fungos são coletivamente chamados de Biota.

Zoólogos e paleontólogos geralmente usam o termo fauna para se referir a uma coleção de animais tipicamente encontrados em um período específico ou lugar específico, por exemplo a “Fauna do Deserto de Sonora” ou “a fauna de Burgess Shale”.

Paleontólogos se referem a uma sequência de cerca de 80 estágios de fauna, que são séries de rochas contendo fósseis similares.

O nome vem da Romana Fauna, deusa da terra e da fertilidade. Fauna é também o nome dado aos livros que catalogam animais. O termo foi usado pela primeira vez por Lineu como título de sua obra de 1746 Fauna Suecica.

Fauna
Fauna da Serra da Estrela (Portugal)
Fauna Brasileira
Fauna: Conjuntos de animais que vivem em um determinado lugar.

Floresta tropical

Biomas
Biomas terrestres

01. Florestas tropicais e subtropicais húmidas
02. Florestas tropicais e subtropicais secas
03. Florestas tropicais e subtropicais de coníferas
04. Floresta decídua temperada
05. Floresta temperada de coníferas
06. Taiga/Floresta boreal
07. Pastagens, savanas e matagais tropicais e subtropicais
08. Pastagens, savanas e matagais temperados
09. Savanas e campos inundados
10. Pastagens e matagais de montanha
11. Tundra
12. Floresta mediterrânea de bosques e arbustos
13. Desertos e matagais xéricos
14. Mangais

Plataforma continental /

Costa marítima
Polar
Mar e costas temperadas
Afloramento temperado
Afloramento tropical
Coral tropical
Profundezas do oceano
Fontes frias
Fontes hidrotermais
Zona bentónica
Zona pelágica
Zona abissal
Outros biomas
Zona endolítica
Biomas áquaticos de água doce
A floresta tropical é um tipo de ecossistema que ocorre aproximadamente dentro das latitudes de 28 graus ao norte ou ao sul do equador (na zona equatorial entre o Trópico de Câncer e o Trópico de Capricórnio). Este ecossistema experimenta altas temperaturas médias e uma quantidade significativa de chuva. As florestas tropicais podem ser encontrados na Ásia, Austrália, África, América do Sul, América Central, México e em muitas ilhas do Pacífico, Caribe e Oceano Índico.1 Dentro da classificação de biomas da World Wildlife Fund, as florestas tropicais são consideradas ​​como um tipo de floresta tropical úmida (ou floresta ombrófila tropical úmida) e também pode ser referida como várzea florestal equatorial perene.2

Índice

1 Definição
2 Características
3 Ver também
4 Referências
Definição

No caso da americana cobre a mata atlântica compreendida pelo Brasil, indo ao sul até à bacia do Prata. A floresta indo-malaia é a menos contínua devido à agressão milenar que vem sofrendo; compreende a da costa da Indochina, a costa norte da Austrália, as Filipinas, Nova Guiné e Bornéu.

Das três, a menor área de floresta tropical é a africana, que compreende a Libéria, o golfo da Guiné, e principalmente a Floresta do Congo. Somando-se todas estas áreas temos aproximadamente 17 milhões de km² de florestas tropicais, isto significa que 20% das terras do planeta ainda estão com razoável cobertura vegetal, apesar das tentativas dos seres humanos em destruí-las.

Este bioma é composto por grande quantidade de espécies vegetais e animais, apesar do solo ser muito pobre; esta pobreza se deve ao fato de haver uma camada de areia facilitando a infiltração rápida da água, mas ocorre a decomposição da matéria orgânica (folhas, fezes e restos de seres vivos) propiciada pela sombra, calor e umidade, formando-se uma camada de cerca de 50 centímetros de húmus. A temperatura média anual é sempre em torno de 20 °C, a pluviosidade anual aproximadamente de 1200 mm, sua localização média é na faixa entre os trópicos, daí a denominação de floresta tropical.

Características

Uma das principais características da floresta tropical é a biodiversidade vegetal e animal. Em torno de 60% de todas as espécies do planeta se encontram neste ecosistema.

Na floresta amazônica, em dez mil metros quadrados encontramos cerca de 100 espécies de árvores além de epífitas e cipós. A altura média das árvores gira em torno de 55 metros, a quantidade de espécies de insetos e animais ainda é desconhecida.

Em caso de desmatamento, a perda é imensa, pois a biodiversidade é tão localizada e variável que, ao fazer uma queimada, podem ser destruídas espécies que jamais foram conhecidas ou catalogadas. A floresta atlântica é uma floresta tropical plena associada aos ecossistemas costeiros de mangues nas enseadas, fozes de grandes rios, baías e lagunas de influência.

Flora: São fechadas e heterogêneas. Nelas aparecem árvores de grande e médio porte como bromélias, begônias, orquídeas, cipós , briófitas, pau-brasil, jacarandá, peroba, jequitibá-rosa. Uma das principais características da floresta tropical é a biodiversidade vegetal e animal. Em torno de 60% de todas as espécies do planeta se encontram neste ecossistema.
Fauna: Mico-leão-dourado, onça-pintada, bicho-preguiça, capivara.
Clima: A temperatura média anual é sempre em torno de 20°C, a pluviosidade anual aproximadamente de 1200 mm.
Ocupação Humana: O uso de plantas para se produzir remédios, matérias-primas para a produção de vestimentas, corantes, essências de perfumes, insumos para a indústria alimentícia trazem prejuízos para esse bioma, assim como o corte de árvores feitos de maneira incorreta.
Impactos Ambientais: Causam a extinção de algumas espécies da fauna e da flora, reduzem a região de ocupação desse bioma e são favoráveis ao clima.

Insetos

Os insetos (AO 1945: insectos)1 são invertebrados com exoesqueleto quitinoso, corpo dividido em três segmentos (cabeça, tórax e abdómen), três pares de patas articuladas, olhos compostos e duas antenas. Seu nome vem do latim insectum. Pertencem à classe Insecta e compõem o maior e mais largamente distribuído grupo de animais do filo Arthropoda e, consequentemente, dentre todos os animais. 2 A ciência que se dedica a estudar os insetos é conhecida como Entomologia. 3

Os insetos são o grupo de animais mais diversificado existente na Terra. Embora não haja um consenso entre os entomologistas, estima-se que existam de 5 a 10 milhões de espécies diferentes, sendo que quase 1 milhão destas espécies já foram catalogadas. 4 Os insectos podem ser encontrados em quase todos os ecossistemas do planeta, mas só um pequeno número de espécies se adaptaram à vida nos oceanos. Existem aproximadamente 5 mil espécies de Odonata (libelinhas), 20 mil de Orthoptera (gafanhotos e grilos), 170 mil de Lepidópteros (borboletas), 120 mil de Dípteros (moscas), 82 mil de Hemipteros (percevejos e afídeos), 350 mil de Coleópteros (besouros) e 110 mil de Hymenópteros (abelhas, vespas e formigas).

Alguns grupos menores, com uma anatomia semelhante, como os colêmbolos, eram agrupados com os insectos no grupo Hexapoda, mas atualmente seguem um grupo parafilético Ellipura, tendo discussões filogenéticas relevantes no campo da biologia comparativa. Os verdadeiros insectos distinguem-se dos outros artrópodes por serem ectognatas, ou seja, com as peças bucais externas e por terem onze segmentos abdominais. Muitos artrópodes terrestres, como as centopeias, mil-pés, escorpiões, aranhas, como também microartrópodes colêmbolos são muitas vezes considerados erroneamente insectos.

Índice

1 Morfologia externa
1.1 Plano corporal
1.2 Anatomia Interna
2 Reprodução
3 Metamorfose
3.1 Metamorfose completa
3.2 Metamorfose incompleta
4 Biologia
5 O papel dos insectos no meio ambiente e na sociedade humana
6 Taxonomia
6.1 Subclasse Apterygota
6.2 Subclasse Pterygota
7 Referências
8 Ligações externas
Morfologia externa

Anatomia de um insecto
A- Cabeça   B- tórax   C- Abdome
1. antena
2. ocelo (inferior)
3. ocelo (xanerior)
4. olho composto
5. cérebro (gânglios cerebrais)
6. protórax
7. artéria dorsal
8. tubos traqueais e espiráculos
9. mesotórax
10. metatórax
11. asa (1ª)
12. asa (2ª)
13. intestino médio (mesêntero)
14. coração
15. ovário
16. intestino posterior (proctodeo)
17. ânus
18. vagina
19. gânglios abdominais
20. túbulos de Malpighi
21. tarsômero
22. garras tarsais
23. tarso
24. tíbia
25. fémur
26. trocanter
27. intestino anterior (estomodeo)
28. gânglios torácicos
29. coxa
30. glândula salivar
31. gânglio sub-esofágico
32. peças bucais.
Plano corporal

Os insetos atuais são geralmente pequenos e têm o [corpo (anatômico segmentado, protegido por um exosqueleto rígido de um material conhecido como quitina. Podem ser caracterizados como animais de simetria bilateral. O corpo é dividido em três partes distintas ou tagmas, que são interligadas entre sí: cabeça, tórax e abdome. Na cabeça encontram-se um par de antenas sensoriais, um par de olhos compostos, dois ou três olhos simples ou ocelos e as peças bucais: um par de mandíbulas, um par de maxilas e a hipofaringe. Outras estruturas que fazem parte do aparelho bucal dos insetos são o lábio, o labro, um par de palpos labiais, um par de palpos maxilares e o clípeo. Essas peças são modificadas em cada grupo para atender aos diferentes hábitos alimentares, formando diversos tipos de aparelhos bucais (sugador, mastigador, triturador e lambedor).

O cefalotórax dos insetos possui seis segmentadas pernas distribuídas por três pares: um para o protórax, outro para o mesotórax e o último par para o metatórax — que são os segmentos que compõem o cefalotórax. Em determinadas espécies podemos encontrar também um par de asas no mesotórax e outro par no metatórax. O abdômen é composto por onze segmentos, embora em algumas espécies de insetos esses segmentos possam ser fundidos ou reduzidos de tamanho. O abdômen também contém a maior parte do aparelho digestivo, respiratório, excretor e estruturas internas reprodutivas. Nos machos o segmento genital é o 9°, onde há a abertura genital. As fêmeas de muitos insectos possuem ovipositores, que são extensões dos segmentos genitais adaptados à postura de ovos.

Anatomia Interna

Os insectos são protostômios, triblásticos e celomados. Têm um sistema digestivo completo, consistindo num tubo que vai da boca ao ânus. O sistema excretor consiste em túbulos de Malpighi para a remoção dos dejetos nitrogenados e no intestino posterior para a osmorregulação: através do intestino posterior, os insectos são capazes de reabsorver água com os Íons K+ e Na+ e, por isso, eles normalmente não excretam água com as fezes, permitindo-lhes conservá-la e, assim, sobreviver em ambientes áridos.

As traquéias têm aberturas na cutícula chamadas espiráculos, por onde são feitas as trocas gasosas. O sistema circulatório dos insectos, como nos restantes artrópodes, é aberto: o coração bombeia a hemolinfa através de artérias para espaços que rodeiam os órgãos; quando o coração se descontrai, a hemolinfa volta para dentro deste órgão.

O complexo sistema nervoso é constituído por vários pares de gânglios ligados, fundidos, que se unem na região da cabeça e que formam uma massa cerebral. Esta massa se une a uma longa rede nervosa de gânglios ventrais que vai até a extremidade do abdome.

Reprodução

Um casal de moscas (Dípteros) realizando a sua cópula em pleno voo.
A grande maioria dos insetos nascem a partir de ovos depositados por sua genitora em locais propícios ao seu desenvolvimento (como em plantas) — o que os classifica como sendo ovíparos. 5 Entretanto, existem casos em que certas espécies de insetos (como a barata Blatella germanica) nascem imediatamente após a postura dos ovos, o que classifica a tais como sendo ovovivíparos. 6 Também existem algumas espécies que são consideradas vivíparas, como é frequente nos pulgões, onde os insetos recém-nascidos saem dos ovos ainda dentro do corpo da mãe. 7 Em certas espécies de vespas parasitas, identifica-se o fenômeno da poliembrionia, onde um único óvulo fertilizado se divide em muitos, em alguns casos, até mesmo milhares de embriões distintos. 8

Outras variações de reprodução e desenvolvimento nos insetos podem ser: haplodiploidia, polimorfismo, pedomorfose, dimorfismo sexual, partenogênese e, mais raramente hermafroditismo. Em haplodiploidia, que é um tipo de determinação do sexo num sistema, o sexo da prole é determinado pelo número de conjuntos de cromossomos que um indivíduo recebe. Este sistema peculiar é típico nos Himenópteros (abelhas, formigas e vespas). 9

Metamorfose

A metamorfose nos insetos é um processo biológico de desenvolvimento pela qual as espécies crescem e mudam de forma. Existem duas formas básicas de metamorfose: a metamorfose completa e a metamorfose incompleta. 10

Metamorfose completa

A maioria dos insetos grandes têm um ciclo de vida típico que se inicia num ovo, que origina uma larva que se alimenta, ocasionando ecdises (ou trocas de pele) onde cresce, transformando-se em pupa (ou casulo) e em seguida, surge como um inseto adulto que se parece muito diferente da larva original. Esses insetos são freqüentemente chamados de Holometábolos, o que significa que passam por uma completa(holo = total) mudança (metábolos = mudança). Estes incluem os Himenópteros, os Coleópteros, os Dípteros, etc. 10

Metamorfose incompleta

Aqueles insetos que nos estágios imaturos têm formas semelhantes aos adultos (com exceção das asas) são chamados de Hemimetábolos, significando que eles sofrem uma mudança parcial ou simplesmente incompleta (hemi = parcial). Durante a fase em que tais insetos ainda não atingiram o sua maturidade, recebem o nome de ninfas. São representantes deste tipo de matmorfose: os Himípteros, os Blatódeos, as Odonatas, etc. 10

Fotografias do processo de metamorfose incompleta de uma libélula.
Fotografias do processo de metamorfose incompleta de uma libélula.
Biologia

Muitos insectos possuem um ou dois pares de asas localizadas no segundo e terceiro segmentos torácicos e são o único grupo de invertebrados que desenvolveu a capacidade de voar, o que teve um importante papel no seu sucesso reprodutivo. Os insectos alados e as espécies relacionadas que perderam secundariamente as asas estão agrupadas nos Pterygota.

Em alguns insectos, o vôo depende muito da turbulência atmosférica, mas nos mais “primitivos” está baseado em músculos que fazem bater as asas. Noutras espécies mais “avançadas”, do grupo Neoptera, as asas podem ser dobradas sobre o dorso, e quando em uso são acionadas por uma ação indirecta de músculos que atuam sobre a parede do tórax. Estes músculos contraem-se quando se encontram distendidos, sem necessitarem de impulsos nervosos, permitindo ao animal bater as asas muito mais rapidamente.

Os insectos jovens, depois de sairem dos ovos, sofrem uma série de mudas ou ecdises a fim de poderem crescer – uma vez que o exosqueleto não lhes permite crescer sem o mudarem. Nas espécies que apresentam metamorfose incompleta, os juvenis, chamados ninfas, não possuem asas, e são basicamente iguais aos adultos na forma do corpo; na metamorfose completa, característica dos Endopterygota, a eclosão do ovo produz uma larva, geralmente em forma de verme (a lagarta) que, depois de crescer, se transforma numa pupa que, muitas vezes, se encerra num casulo, ou numa crisálida, que muda consideravelmente de forma, antes de emergir como adulto.

Algumas espécies de insectos, como as formigas e as abelhas, vivem em sociedades tão bem organizadas que são por vezes consideradas superorganismos.

Muitos insectos possuem órgãos dos sentidos muito refinados; por exemplo, as abelhas podem ver a luz ultravioleta e os machos das falenas têm um forte olfacto que lhes permite detectar as feromonas de fêmeas a quilómetros de distância.

O papel dos insectos no meio ambiente e na sociedade humana

Muitos insectos são considerados daninhos porque transmitem doenças (mosquitos, moscas), danificam construções (térmitas) ou destróem colheitas (gafanhotos, gorgulhos) e muitos entomologistas econômistas ou agrônomos se preocupam com várias formas de lutar contra eles, por vezes usando insecticidas mas, cada vez mais, investigando métodos de biocontrole.

Borboleta visitando uma flor.
Apesar destes insectos prejudiciais terem mais atenção, a maioria das espécies é benéfica para o homem ou para o meio ambiente. Muitos ajudam na polinização das plantas (como as vespas, abelhas e borboletas) e evoluíram em conjunto com elas – a polinização é uma espécie de simbiose que dá às plantas a capacidade de se reproduzirem com mais eficiência, enquanto que os polinizadores ficam com o néctar e pólen. De fato, o declínio das populações de insetos polinizadores constitui um sério problema ambiental e há muitas espécies de insectos que são criados para esse fim perto de campos agrícolas.

Alguns insectos também produzem substâncias úteis para o homem, como o mel, a cera, a laca e a seda. As abelhas e os bichos-da-seda têm sido criados pelo homem há milhares de anos e pode dizer-se que a seda afectou a história da humanidade, através do estabelecimento de relações entre a China e o resto do mundo. Em alguns lugares do mundo, os insectos são usados na alimentação humana, enquanto que noutros são considerados tabu.

As larvas da mosca doméstica eram usadas para tratar feridas gangrenadas, uma vez que elas apenas consomem carne morta e este tipo de tratamento está a ganhar terreno actualmente em muitos hospitais[carece de fontes?].

Além disso, muitos insectos, especialmente os escaravelhos, são detritívoros, alimentando-se de animais e plantas mortas, contribuindo assim para a remineralização dos produtos orgânicos.

Embora a maior parte das pessoas não saiba, provavelmente a maior utilidade dos insectos é que muitos deles são insectívoros, ou seja, alimentam-se de outros insectos, ajudando a manter o seu equilíbrio na natureza. Para qualquer espécie de insecto daninha existe uma espécie de vespa que é, ou parasitóide ou predadora dela[carece de fontes?]. Por essa razão, o uso de inseticidas pode ter o efeito contrário ao desejado, uma vez que matam, não só os insetos que se pretendem eliminar, mas também os seus inimigos.

Taxonomia

Existem divergências entre os diversos autores a respeito da classificação dos Insectos. Portanto esta pode se apresentar ligeiramente diferente de acordo com a fonte consultada.

Subclasse Apterygota

Archaeognatha
Monura – extinta
Thysanura – traça (Br), lepisma (Pt)
Collembola – colêmbolos
Diplura – dipluros
Protura – proturos
Subclasse Pterygota

Infraclasse Palaeoptera
Palaeodictyoptera – extinta
Ephemeroptera (efémeras)
Odonata (libelinhas, libélula,donzelinha)
Infraclasse Neoptera
Superordem Orthopterodea
Blattodea (baratas)
Mantodea (louva-a-deus)
Isoptera (térmitas ou cupins)
Zoraptera
Grylloblattodea
Dermaptera (tesourinhas)
Plecoptera
Orthoptera (gafanhotos, grilos, esperanças, paquinhas)
Phasmatodea (bichos-pau, timemas)
Embioptera (embiídeos)
Mantophasmatodea
Superordem Hemipterodea
Psocoptera
Phthiraptera (piolhos)
Hemiptera (percevejos, cigarras, cochonilhas, pulgões, filoxeras, moscas-brancas)
Thysanoptera (trips ou tripes)
Superordem Endopterygota
Miomoptera – extinta
Megaoptera
Rapidioptera
Neuroptera (formiga-leão)
Coleoptera (besouros, escaravelhos, joaninhas, gorgulhos etc.)
Strepsiptera
Mecoptera (moscas-escorpião)
Siphonaptera (pulgas, bicho-de-pé)
Protodiptera extinta
Diptera (moscas e mosquitos)
Trichoptera
Lepidoptera (borboletas, mariposas)
Hymenoptera (formigas, abelhas, vespas etc.)

Insectos
Diferentes tipos de insetos.
Diferentes tipos de insetos.
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Subfilo: Hexapoda
Classe: Insecta
Linnaeus, 1935
Subdivisões e Ordens

Semente

Semente é o óvulo maduro e já fecundado das plantas gimnospermas ou angiospermas. É formada por:

Índice

1 Anatomia das sementes
2 A formação das sementes
2.1 Formação do embrião
3 Função das sementes

Anatomia das sementes

A semente amassada contém um suco a partir do qual a planta crescerá quando encontrar as condições desejadas. Também contém um suprimento de reserva que servirão para o primeiro estágio de desenvolvimento da planta, depois da formação completa dos órgãos responsáveis pela alimentação. Este suprimento se desenvolve a partir de um embrião chamado fixosperma, proveniente da planta mãe. O endosperma torna-se rico em óleo ou amido e proteínas. Em algumas espécies, o embrião é envolto em endosperma, que será usado pela semente durante a germinação. Em outras o endosperma é absorvido pelo embrião durante a formação da semente, e seus cotilédones passam a armazenar o alimento. As sementes destas espécies, quando maduras, passam a não ter mais endosperma.

O embrião da semente se divide em duas principais partes: radícula e gêmula. A radícula é a primeira parte da semente a emergir durante a germinação. É a parte do embrião da semente que irá de formar em raiz. A gemula é a parte do embrião que originará as primeiras folhas da planta.

Exemplos de sementes com endosperma na maturidade: todas as coníferas e a maioria das monocotiledôneas.

Exemplos de sementes sem endosperma na maturidade, também conhecidas como ex-albuminosas: feijão, amendoim, soja.

A parte externa da semente, o tegumento, desenvolve-se a partir do tecido que envolvia o óvulo – a parte mais externa deriva da primina, e a mais interna, da secundina. tem bagagem genética da planta mãe.

Em sementes maduras, o tegumento pode formar uma fina camada ou uma camada espessa e resistente. Ela ajuda a proteger o embrião de injúrias mecânicas e perda excessiva de água. Para que o embrião germine, é preciso que o tegumento se rompa. Na maioria das espécies, isso acontece em contato com a água ou com um certo teor de umidade; em outras, é preciso que haja uma escarificação mecânica (uma quebra ou raspagem, que, na natureza, pode ser provocada por algum animal, ou pela própria queda da semente no chão), para que a água possa atingir o embrião. Outras sementes, ainda, precisam passar pelo trato digestivo de animais (ex: erva-de-passarinho) ou ser expostas a altas temperaturas (como algumas plantas do cerrado brasileiro, que germinam depois de um incêndio). Em certos casos, estruturas da própria semente produzem enzimas que degradam o tegumento a partir de estímulos do hormônio giberelina.

As sementes das angiospermas, em geral, formam-se e desenvolvem-se dentro do fruto. em alguns casos os tecidos do fruto se soldam com o tegumento da semente e se confundem com ele, como por exemplo no milho e no girassol. As sementes das gimnospermas começam o seu desenvolvimento descobertas, e são depois envoltas por estruturas chamadas pinhas ou cones (Ex: pinhão).

A formação das sementes

A flor, após sofrer a diferenciação, desenvolve-se e, à semelhança de um ramo vegetativo, passa a constituir-se de um eixo (receptáculo) e de apêndices laterais, que são os órgãos florais.

Formação do embrião

O zigoto diplóide (proveniente da fusão do microgameta com a oosfera) divide-se em duas células. A mais externa, encostada à micrópila, por divisões sucessivas, forma um cordão, o suspensor, ligado por um lado ao saco embrionário, por onde recebe substâncias nutritivas. O suspensor tem vida efêmera. A mais interna, concomitantemente, por divisões sucessivas, forma o embrião, que é a futura planta.

Função das sementes

As sementes de milho, são exemplos de sementes que são comercializadas.
Diferentemente dos animais, as plantas são limitadas em sua habilidade de procurar condições favoráveis para sua vida e crescimento. Como consequência, elas desenvolveram muitas maneiras de dispersão e distribuição da sua população através das sementes.

Uma semente precisa chegar de alguma maneira a um local e precisa estar lá enquanto houver condições favoráveis à germinação e crescimento. Em alguns casos, as propriedades que contribuem com este movimento das próximas gerações para longe da planta mãe estão mais ligadas a propriedades do fruto do que da semente e, em alguns casos, a uma mistura dos dois.

As sementes também possuem um mecanismo de proteção da próxima geração, evitando que a planta germine em condições desfavoráveis ao crescimento. Em áreas de invernos rigorosos, as sementes podem passar o inverno todo debaixo da neve, dormentes, só germinando na primavera. Esta mesma propriedade forma o banco de sementes em algumas florestas: as sementes ficam no solo até que alguma árvore mais velha caia e abra uma clareira, permitindo que a luz entre e que novas sementes germinem. Em muitas espécies, a estratégia é a mais simples: produzir o maior número de sementes. Esta estratégia funciona, mas exige o investimento de uma grande quantidade de energia por parte da planta, de forma que a relação custo-benefício pode ficar próxima da produção de poucas sementes altamente especializadas. As sementes são órgãos reprodutores, como a flor e o fruto

Anatomia vegetal
Caule
Flor
Folha
Fruto
Germinação
Raiz
Semeadeira

Germinação de sementes de feijão.

tegumento ou casca
embrião
endosperma (que o envolve)
Sua importância está relacionada às formas mais primitivas de reprodução e dispersão e é atestada pelo sucesso destes dois grupos das plantas em dominar a paisagem.

Invertebrados

O termo invertebrados corresponde aos filos Porifera, Cnidaria, Ctenophora, Platyhelminthes, Nemertea, Gnathostomulida, Rotifera, Annelida, Pogonophora, Sipuncula, Echiura, Priapulida, Pentastomida, Onycophora, Tardigrada, Arthropoda, Monoblastozoa, Trilobozoa, Archaeocyatha, Proarticulata e a três subfilos do filo dos Cordados: Urucordados, Cefalocordados e Hyperotreti, que engloba as mixinas ou peixes-bruxa. O termo invertebrados é correto ciêntificamente, não significa todos aqueles seres que pertencem ao subfilo dos Vertebrados, ou seja, não são seres dotados de notocorda, tubo neural com posição dorsal em relação ao tubo digestivo, e fossetas branquiais ao nível da faringe. A diferença está que nos Invertebrados, a notocorda é substituído ou enquadrado numa estrutura denominada coluna vertebral, daí o nome Vertebrados.
O termo oposto – Vertebrados – já tem um significado biológico, uma vez que todos os seus representantes, mamíferos, aves, peixes, répteis, anfíbios e sinapsídeos são aparentados, ou seja, têm todos um antepassado comum.
Classificação dos Invertebrados
Poríferos: esponjas
Cnidários e Ctenóforos: águas-vivas, corais
Platelmintos, Nemertinos e Asquelmintos: vermes
Moluscos: polvos, lulas, lesmas, caramujos, ostras, mariscos, mexilhões
Anelídeos: minhocas, sanguessugas
Artrópodes
Insetos: borboletas, besouros, formigas, abelhas, libélulas, cupins, baratas, moscas, traças
Aracnídeos: aranhas, escorpiões, ácaros, carrapatos
Miriápodes: centopéias
Crustáceos: caranguejos, lagostas, camarões, siris, cracas
Equinodermos1 : estrelas-do-mar, ouriços-do-mar
Borboleta
Invertebrados pré-histórios
Invertebrados marinhos
Evolução
Sistemática
Vertebrados
Referências

Táxon

Táxon (plural taxa, em latim, ou táxons, aportuguesado) é uma unidade taxonómica, essencialmente associada a um sistema de classificação científica. O táxon pode indicar uma unidade em qualquer nível de um sistema de classificação: um reino, género e uma espécie são taxa assim como qualquer outra unidade de um sistema de classificação dos seres vivos.

O táxon é o objeto de estudo da Taxonomia, que visa a individualizar e a descrever cada táxon, seja de que nível taxonómico for, e da Sistemática, que visa a organizá-los nos diferentes sistemas de classificação.

O termo foi introduzido no VII Congresso Internacional de Botânica, em Estocolmo.1